Cantoras Chinesas Multadas Por Usarem Playbacks

17 04 2010

Duas cantoras chinesas foram multadas em 50 mil iuans cada uma (equivalente a R$ 13 mil) por terem feito uso do playback em atuações musicais no país. No ano passado, o Ministério de Cultura da China passou a multar os artistas que só fingem estar cantando.

Leis contra o playback foram instauradas na China depois que, na cerimônia de inauguração dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, se descobriu que uma menina que protagonizou um número musical não era quem cantava na realidade.

Esse playback foi usado por alguns para ridicularizar a caríssima cerimônia que Pequim queria que saísse à perfeição. Meses antes, em outro incidente, a atriz chinesa Zhang Ziyi também foi pega fazendo playback na festa de gala do Ano Novo chinês.

As duas cantoras foram flagradas cantando em playback durante um show na cidade de Chengdu, segundo a agência oficial de notícias “Xinhua”. De acordo com um representante do Ministério de Cultura, nenhum sinal foi produzido nos microfones durante a apresentação.

Fonte: Globo.com





Garçons Cantores no Tatuapé

15 04 2010

O Nafuka Sushi Longe traz mais uma novidade para os seus cliente. Agora, além do “Quintas Jazz”, evento que acontece todas as quintas-feiras a partir das 20:00h e contempla uma programação especial com o melhor do mais cultuado gênero musical norte-americano, o Jazz; a casa apresente a atração “Os Garçons Cantores”.

Já conhecida em casas tradicionais da Zona Sul, como o Brooklyn Restaurante, a apresentação traz clássicos do jazz, temas de filmes e principalmente trechos de musicais da Broadway, interpretados e cantados pelos cantores, os quais são profissionais do Teatro Musical Brasileiro. O elenco atual do show conta com os artistas: Cléo Caetano, Fabrício Molinágil, Laura Carolinah, Rebeca Rezende e Tonanni.

Para conferir mais esta inovação do Nafuka Sushi Longe, que teve sua primeira estréia dia 10/04, basta ir a casa aos sábados a partir das 20:00h.

No Nafuka Sushi Longe, o cliente encontra um clima acolhedor e muito aconchegante. O bar foi estrategicamente instalado na entrada e os sushimans ficam na região central da casa. Outros destaques são o espaço reservado com tatames e o mezanino para casais, grupo de amigos, familiares e realização de eventos.

O ambiente se completa com iluminação direcionada e obras de arte. O menu inclui desde seção light, seção de temakis e grelhados, até o famoso Festival Executivo, com pratos famosos da cozinha oriental.

Nafuka Sushi Lounge:
(11) 2671-8659
Segunda a Domingo das 12h as 15h (almoço) e das 19h as 00h (jantar).
Rua Padre Landel de Moura – 309 – Tatuapé

Fonte: Gazeta do Tatuapé





At Nine Cocktail Bar

31 03 2010

Dia 5 de Abril, São Paulo ganha mais um lugar badalado para os amantes de Cabaret e Drinks Exóticos. O tão aguardado “At Nine” abriu suas portas dia 30/03 para a imprensa e convidados com apresentações de artistas de musicais e músicos.

Com uma fachada moderna e convidativa, o bar está localizado na esquina da Al. Itú com a Rua da Consolação. Cortinas estilo cabaret, refletores e partituras musicais decoram o ambiente.

Talita Simões, uma das sócias do bar, veio com a proposta após morar em Londres e conhecer a rotina dos bares “high-fashion” do local. Antes de abrir a casa, Talita trabalhava no Skye Bar, onde conheceu os outros sócios do empreendimento “Todas as noites a partir das nove horas, cantores, atores e bailarinos vão tomar conta do ambiente com apresentações inusitadas, tudo isso at nine” comenta. Vinicius Rollo coloca sua assinatura nos petiscos da casa, com destaque para as saladas e risotos.

A casa apresenta 30 drinks famosos e exóticos, dando destaque para o NINE (foto) que dentre os ingredientes estão aromas de hibíscos e pó de ouro.

No show de estréia de “At Nine” a casa contou com performances de André Tonanni, interpretando o Papel de Guido Contini do filme Nine. O cantor apresentou temas do musical como “Cinema Italiano” e um Medley de Elvis Presley. Beth Pelegrini e Demerson Campos também marcaram presença com um polêmico pas-de-deux e Gisele (Feitiço de Áquila) fechou a noite com um duelo musical: ela na gaita e Tonanni no sapateado.

Serviço: At Nine Cocktail Bar
Rua da Consolação, 2.893
Tel: 3061-3900
Almoço das 12h às 15
Bar das 18h até o último cliente

Foto: Luciana Serra (http://www.lucianaserra.com)





Recorde de Musicais Em Cartaz em SP

28 03 2010

Os investimentos são altos, os espetáculos, grandiosos e os números, impressionantes. Desde que passaram a ser presença constante na programação cultural de São Paulo, o que acontece notadamente há dez anos, os musicais transformaram a cidade numa verdadeira Broadway brasileira. Prova disso é a presença de nove títulos do gênero no roteiro das atrações em cartaz. Nunca houve tantos grandes musicais em exibição na cidade simultaneamente. Entre esses, há quatro gigantes: “Cats”, “Hairspray”, “O Rei e Eu” e “O Despertar da Primavera”. Juntos, eles custaram inicialmente (sem considerar investimentos de pós-produção) mais de R$ 18 milhões e, em dia de apresentação, colocam, juntos, nada menos do que 140 artistas no palco.

E a oferta de musicais vai crescer. Ainda este ano, estão previstas as estreias de “O Médico e O Monstro” (orçado em R$ 6 milhões, no Teatro Bradesco, em junho) e “Mamma Mia!” (no Teatro Abril, em fase de audições). Em 2011, “Evita” ganhará os palcos pelas mãos do diretor Jorge Takla, e o Teatro Alfa negocia exibir pelo menos quatro produções.

Toda essa explosão no meio do teatro musical, segundo especialistas, ganhou força no País por uma combinação de fatores. O primeiro deles: a profissionalização dos atores. “Em 1989, quando montei Cabaret, era difícil encontrar artistas que dançassem, cantassem e representassem. Eles não queriam se preparar porque não havia mercado. Hoje, para cada papel se abrem de 50 a 100 possibilidades“, conta Jorge Takla, diretor geral de “O Rei e Eu” e com mais de 80 produções no currículo.

Com papéis de destaque em grandes produções, como “O Fantasma da Ópera”, “Les Misérables” e “Cole Porter”, a atriz Sara Sarres, protagonista de “Cats”, emenda um trabalho no outro desde 2001. “Muita coisa mudou de lá para cá. Hoje, temos uma excelente parte técnica, iluminadores e até cargos que nem existiam no teatro, como o gerente de palco“, diz. Reflexo dessa profissionalização é o surgimento de escolas especializadas em formar atores para musicais.

O fato da produção dos espetáculos ter se tornado mais séria deu aos atores de teatro a possibilidade de ganhar salários maiores nos musicais. Se numa peça de uma companhia teatral, por exemplo, um ator pode receber entre R$ 50 e R$ 70 por apresentação, nos grandes musicais esse valor pode ultrapassar os R$ 3 mil por mês. Para o protagonista, o rendimento chega aos R$ 10 mil.

Mas de nada adiantaria a preparação dos artistas se não houvesse espaços capazes de abrigar grandes espetáculos. “Aos poucos, os teatros melhoraram, e casas com fossos para orquestra e capacidade para cerca de 1 mil pessoas foram aparecendo. Só assim, os musicais puderam dar retorno financeiro, já que são atrações caras“, diz Takla. “Vivemos um momento artístico histórico”, arremata Takla. As informações são do Jornal da Tarde.

Confira os espetáculos em cartaz:

Bark! Um Latido Musical – Teatro Nair Bello. Rua Frei Caneca, 569. Tel. (011) 3472-2414. 5ª e sáb., às 21h; 6ª, às 21h30; dom., às 17h. R$ 20 a R$ 50.

Hairspray - Teatro Bradesco. Rua Turiaçu, 2.100. Tel. (011) 3670-4141. 5ª, às 21h; 6ª, às 21h30; sáb., às 17h e 21h30; dom., às 18h. R$ 40 a R$ 170.

O Rei e Eu – Teatro Alfa. R. Bento Branco de Andrade Filho, 722. Tel. (011) 5693-4000. 5ª, às 21h; 6ª, às 21h30; sáb., 17h e 21h, dom., 16h e 20h. R$ 40 a R$ 185.

O Despertar da Primavera - Teatro Sérgio Cardoso. R. Rui Barbosa, 153. Tel. (011) 3288-0136. 5ª e sáb., às 21h; 6ª, às 21h30; dom., às 18h. R$ 30 a R$ 60.

Cats – Teatro Abril. Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411. Tel. (011) 4003-5588. 5ª e 6ª, às 21h; sáb., às 17h e 21h; dom., às 16h e 20h. R$ 50 a R$ 240.

Meu Amigo, Charlie Brown – Teatro Shopping Frei Caneca. Rua Frei Caneca, 569. Tel. (011) 3472-2226. Sáb. e dom., às 16h. R$ 25 a R$ 50.

A Noviça Mais Rebelde - Teatro Raul Cortez. Rua Doutor Plínio Barreto, 285. Tel. (011) 2626-0261. Sáb., às 19h, dom., às 17h. R$ 50.

O Som da Motown – Teatro das Artes. Avenida Rebouças, 3.970. Tel. (011) 3034-0075. 6ª e sáb., às 21h30; dom., às 18h. R$ 60 a R$ 70.

Lamartine Babo – Sesc Consolação. Rua Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque. Tel. (011) 3234-3000. 5ª, às 19h e 21h. R$ 10.

Fonte: Yahoo





Teatros Podem Virar Estacionamentos

24 03 2010

Novos estacionamentos devem ser inaugurados em breve nos seguintes endereços: Rua Amaral Gurgel, 184, na região central; e esquina da Avenida Rui Barbosa com a Conselheiro Carrão, no bairro do Bexiga. Ao menos, essa é a expectativa do corretor de imóveis José Roberto Sanches Nieto, responsável pela venda de dois tradicionais teatros da cidade, o Paiol e o Zaccaro. “Já recebemos propostas para compra desses imóveis. Nenhum dos interessados sequer cogitou manter a ocupação original dos espaços.”

O Teatro Paiol está sendo vendido por R$ 850 mil; o Zaccaro não sai por menos de R$ 5 milhões – propostas para locação também serão estudadas. Segundo Nieto, os dois espaços ainda não foram vendidos porque seus proprietários estão dispostos a esperar um ano – tempo estipulado para encontrar um comprador “do meio artístico”. Apesar da afirmação do corretor, nenhum dos proprietários quis se manifestar sobre essa suposta ‘preferência’.

“Não tem jeito, quem chegar com dinheiro leva. Se ninguém se mexer, vamos perder esses teatros“, avisa o ator, diretor e espécie de Quixote das causas teatrais Amilton Ferreira. Por conta própria, ele tem tentado sensibilizar artistas e empresários. “Pouca gente sabe da importância desses espaços. Estou espalhando e-mails, falando com pessoas e divulgando o que está prestes a acontecer. Quase ninguém me ouve.”

Ferreira mostra os números da Companhia Paulista de Teatro para evidenciar a importância de não perder os dois teatros. Segundo a instituição, existem cerca de 120 salas de espetáculos na cidade. Número insuficiente para abrigar os mais de 1.080 grupos teatrais registrados na Companhia. “Tem gente que precisa esperar mais de uma ano para encontrar uma sala vaga.”

A atriz Nicette Bruno, que já esteve em cartaz no Paiol e era frequentadora do Zaccaro, resume o sentimento da classe artística: “O triste é esse descaso com aquilo que uma cidade pode ter de mais valioso, seus teatros, cinemas e espaços culturais. É a cultura que faz um lugar como São Paulo ter identidade. O Paiol e o Zaccaro vão fazer muita falta”.

Fonte: Jornal da Tarde





São Paulo – A Capital dos Musicais

28 02 2010

A partir desta semana e até o final de março, seis produções estarão em cartaz em São Paulo, consolidando a cidade como capital brasileira do musical. E as opções atendem a gosto variado – na sexta por exemplo, estreia “Hairspray”, com Edson Celulari no papel de uma “mamma” gordinha. Já no sábado, é a vez de um espetáculo com canções mais tradicionais, “O Rei e Eu”, com Tuca Andrada e Claudia Netto liderando o elenco que assume o palco do Teatro Alfa. No início de março, no dia 4, finalmente estreia um dos mais cultuados musicais da história do show biz, “Cats” (veja nesta página).

Já os admiradores de um texto mais vibrante e juvenil aplaudirão de pé “O Despertar da Primavera”, dirigido pelos “Midas” dos musicais no Brasil, Claudio Botelho e Charles Moeller. O espetáculo passa a ocupar o Teatro Sérgio Cardoso a partir de 12 de março. Um dia depois, será a vez de “Meu Amigo, Charlie Brown”, baseado nos quadrinhos de Charles M. Schulz, estrear no Teatro Shopping Frei Caneca. E, também com inspiração canina, “Bark!, Um Latido Musical”, comédia musical off-Broadway que chega ao Teatro Nair Bello no dia 25 de março.

A programação segue quente nos próximos meses. Nando Prado, que atuou em “O Fantasma da Ópera” e “Miss Saigon”, quer estrear no segundo semestre a versão de “O Médico e o Monstro”. E o sucessor de “Cats” deverá ser “Mamma Mia!”, para depois de julho. Em São Paulo, o canto da Broadway agora parece não ter mais fim.

Fonte: AE e Diario Web (Vivian Lima)





Hope – O Musical de Barack Obama

26 02 2010

“Hope”, um musical de três horas de duração baseado na campanha eleitoral do presidente americano, Barack Obama, agradou os 2 mil espectadores que assistiram à estreia com genialidade instrumental e vocal, mas com deficiências teatrais.

A peça estreada na sala de concertos Jahrhunderthalle, nos arredores de Frankfurt, centra-se na campanha eleitoral de Obama em 2008 e na chegada à Casa Branca.

O musical tem como pano de fundo a difícil situação econômica e social dos EUA em 2008, com a pior crise financeira e econômica desde a Grande Depressão e as consequências da invasão do Iraque.

Nesse momento chega Obama com uma mensagem de mudança e esperança, que finalmente consegue envolver inclusive os tradicionais eleitores republicanos.

O musical começa no apartamento de um típico casal afro-americano de Chicago, os Johnson, com dois filhos no Iraque e uma filha na Universidade, que serve de ponto de encontro com o resto dos moradores da comunidade onde expressam seus problemas e simpatias políticas.

Um desempregado porto-riquenho, uma viúva conservadora de origem alemã e duas afro-americanas entusiasmadas com Obama se reúnem na casa dos Johnson.

Nesses encontros, o reverendo Wright, interpretado por Boysie White e responsável pelos melhores gospels e interpretações musicais de “Hope”, é guia espiritual da comunidade e posteriormente de Obama.

Os atores que interpretam Barack e Michelle Obama são Jimmie Wilson e Della Miles.

Wilson, que atuou com o artista britânico Seal, com Lionel Richie e em “Sisterella” (espetáculo produzido por Michael Jackson), entra em cena de forma pouco espetacular e convincente e nos aproxima de Obama em um gospel intitulado “Yes we can”.

A atuação do musical “Hope”, que é bilíngüe em inglês e alemão e narrada pelo alemão Patrick Gräser, também fala sobre os políticos Hillary Clinton, John McCain e Sarah Palin.

O público interagiu com o musical usando em alguns momentos as cadeiras da plateia como instrumentos de percussão.

A vida e carreira política de Obama também inspiraram outro musical em um pequeno teatro de Londres em março do ano passado intitulado “Obama on my mind”.

Fonte: Uol Entretenimento

Já que Lula pode ter um filme, por que o Obama não pode ter um musical?!





O Que É Teatro Musical?

1 02 2010

Existem três componentes para um musical: a música, interpretação teatral e o enredo. O enredo de um musical refere-se a parte falada (não cantada) da peça; entretanto, o “enredo” pode também se referir a parte dramática do espetáculo. Interpretação teatral se relaciona as performances de dança, encenação e canto. A música e a letra juntas formam o escopo do musical; as letras e o enredo são freqüentemente impressos como um libreto.

O teatro musical no mundo tem sinônimos como Teatro de Revista (Brasil), Comédie musicale (França). É muito comum ao teatro musical que os trabalhos que tenham sucesso sejam usado no cinema ou adaptados para televisão. Por outro lado alguns programas populares de televisão tem um ou outro episódio ao estilo de um musical como uma peça dentro de seu formato normal (exemplos incluem episódios de Fama, Ally McBeal, Buffy the Vampire Slayer’s no episódio Once More with Feeling, Oz’s Variety. Se percebe facilmente isso quando repentinamente os personagens começam a cantar e dançar como se estivessem em um musical durante o episódio, outros exemplos em animação são os episódios de The Simpsons, South Park e Family Guy) — a série televisiva Cop Rock, onde são extensamente usados os formatos musicais, não foi um sucesso.

Mesmo o teatro musical esteja espalhado pelo mundo todo, suas produções são elaboradas muito freqüentemente na Broadway em New York, no West End em Londres, e na França.


Um musical pode durar uns poucos minutos ou varias horas; entretanto, os mais populares musicais duram de duas horas à duas horas e quarenta e cinco minutos. Musicais hoje são normalmente apresentados com um intervalos de quinze minutos de duração; no primeiro ato, é quase sempre de idêntica duração o segundo. Um musical tem normalmente por volta de vinte a trinta canções de vários tamanhos (incluindo uma reprise e adaptação para coral) entre as cenas com diálogos. Alguns musicais , entretanto, tem canções entrelaçadas e não tem diálogos falados. Esta é uma das linhas fronteiriças entre musicais e ópera, mas não é a única.

Outras diferenças entre ópera e musical é que enquanto a ópera costuma ser apresentada em sua língua original, o musical geralmente é traduzido para a língua nativa de onde está sendo apresentado. Numa ópera geralmente o elenco se divide entre cantores, atores e bailarinos, enquanto que, no musical, cada artista deve executar as três funções.

Um momento de grande emoção dramática é freqüentemente encenado numa canção. Proverbialmente, “quando a emoção torna-se tão forte no discurso, você canta; quando ela se torna tão forte na canção, você dança.” Uma canção deve ser adaptada ao personagem (ou personagens) e na sua situação dentro do enredo. Um show normalmente se abre com uma canção que dá o tom ao musical, introduz de alguma forma os personagens principais, e mostra o enfoque da peça. Dentro da concentrada natureza do musical, os autores devem desenvolver os personagens e o planejamento.

A música apresenta uma forma excelente de expressar a emoção. Entretanto, na média, poucas palavras são cantadas nestes cinco minutos de canção. Portanto existe pouco tempo para desenvolver o drama que transcorre durante a peça, desde que um musical pode ter uma hora e meia ou mais de música.

O Teatro Musical é um trabalho colaborativo com uma longa tradição histórica tanto nos tratados como na estrutura, embora novos autores dos musicais tentem flexionar esta forma de expressão os autores demoraram em média 5 anos para compor e produzir o musical.

Existem normalmente vários autores em um musical. São poucos os musicais que foram escritos por apenas uma pessoa. Uma parceria de colaboradores compositores (Music), letristas (Lyric) e escritores (Book) são gerenciados, por um compositor/letrista, letrista/escritor (também conhecidos como letristas) ou por fim de um escritor/compositor. Podem haver muitos escritores, letristas e compositores em um musical.

Não existe uma resposta fácil para a constante dúvida sobre o teatro musical: “O que vem primeiro a letra ou música?” Cada colaborador trabalha de uma forma diferente, e tende a ser único em sua forma de trabalhar. As vezes um melodia inspira uma letra. As vezes uma letra inspira uma melodia. Entretanto, a maior inspiração para todos os autores é movida pelo tema da história principal apresentada no show. A idéia inicial para um novo musical pode vir dos próprios autores, ou eles podem ter sido contratados para escreverem um musical sobre um assunto especifico. O teatro musical tem uma longa tradição de adaptar livros e outros materiais para este gênero.

Fonte: Wikipédia





Radio Broadway 24h Online!

18 12 2009

Já pensou em ter uma estação na qual só passam musicas da Broadway e West End? Pois isso é possível acessando o site da AccuBroadway.

O site possui um arquivo gigantesco de músicais, no qual você escolhe a categoria ou musical que quer ouvir e o site se encarrega de carregar as música em “random” e deixar tocando pra você no computador. Não é o máximo?!

Você pode escolher dentre as categorias abaixo:

POR DECADA:
Musicais de 1950
Musicais de 1960
Musicais de 1970
Musicais de 1980
Musicais de 1990
Musicais de 2000
Musicais de 1950 e 1960
Musicais de 1960 e 1970
Musicais de 1970 a 2000

POR COMPOSITOR:
Simply Sondheim
Just George Gershwin
Reliably Richard Rodgers
Completely Cole Porter
Kander e Ebb
Coleman, Styne, Adler e Ross, Leossen

POR TEMA:
Aberturas de Musicais
Finales
Elenco de Londres
Revivals
Versões Pop
Versões em Jazz
Novos Musicais
Diversas

TONY AWARDS:
Melhores Musicais (1949 a 2010)
Melhores Musicais (1976 a 2010)
Melhores Musicais (1949 a 1975)
Melhores Músicas
Indicados de 2005 a 2008
Melhores Partituras/Composições

Para acessar o site, clique em www.accubroadway.com

Fonte: Wikipédia








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