Jekyll and Hyde Estréia em Julho

30 06 2010

Nando Prado, Kiara Sasso e Kacau Gomes serão protagonistas do musical da Broadway Jekyll and Hyde – O Médico e o Monstro, que estreia no Brasil no próximo dia 9 de julho. O espetáculo, baseado na obra clássica de Robert Louis Stevenson, já teve mais de 1.500 exibições no Plymouth Theater em Nova Iorque.

A superprodução conta com grandes nomes, como o cenografista J.C. Serroni e o estilista Fause Haten, que desenvolve os figurinos. A versão brasileira é assinada por Cláudio Botelho, com direção musical de Paulo Nogueira e direção geral artística de Fred Hanson, da Broadway.

O Médico e o Monstro já foi montado em 17 países e a produção brasileira tem custo estimado de R$ 6 milhões. Com patrocínios da Nestlé, Cielo, Bradesco e ABB, serão feitas aproximadamente 80 apresentações do espetáculo no Teatro Bradesco, em São Paulo.

A versão brasileira envolve mais de 200 profissionais, contando com 28 atores e uma orquestra de 17 músicos. O Musical tem como realizadores e produtores Diego Ramiro e Lilian Cordeiro (Kabuki Produções), Paulo Leal e Sergio Leal (PSL) e a Mondo Entretenimento.

Os ingressos estão à venda pelo site Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br), pelo telefone (11) 4003-1212 e também na bilheteria do Teatro Bradesco. A produção do espetáculo também permite a venda a grupos pelo telefone (11) 4786-1522 ou sessões coorporativas fechadas pelo telefone (11) 3168-7222.

Sinopse do espetáculo:
A história acontece em Londres no ano de 1885, quando o brilhante doutor Henry Jekyll, procurando uma cura para a loucura de seu pai, tenta desenvolver uma fórmula para isolar o lado mau das pessoas, partindo do pressuposto de que todas têm duas personalidades. O médico pede permissão para testar sua fórmula em pacientes de um hospital local e, ao ter seu pedido negado, se voluntaria secretamente como cobaia da experiência, transformando-se em Edward Hyde, seu alterego do mal.

Os moradores da cidade começam a desconfiar das atitudes de Jekyll por passar horas trancado em seu laboratório às vésperas de seu casamento com a cobiçada Emma e por seus encontros com a prostituta Lucy, que se torna alvo de interesse de Hyde. As coisas se complicam ainda mais quando é anunciada a morte do bispo de Basingstoke e Jekyll assina um testamento que deixa tudo para o recém-chegado Hyde. Enquanto isso, a personalidade de Hyde se apossa cada vez mais do dócil doutor Jekyll.

Fonte: Elogieaki

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Médico e o Monstro Vestem Fause Haten

21 06 2010

Hibridismo. Esta foi a palavra que não saiu da cabeça do estilista Fause Haten em sua última coleção para a São Paulo Fashion Week Verão 2011. Em seu desfile, realizado há pouco mais de uma semana, levou à passarela da Bienal um “quebra-cabeça”. Em uma espécie de caos lógico, Haten combinou a manga de um vestido com a saia de outro, juntou os dois com a barra de um terceiro e formou, por fim, uma nova, e híbrida, roupa. No entanto, mesmo depois de “misturadas”, cada peça adquiria uma individualidade única.

Há três dias, quando coordenava uma das provas de roupa para o espetáculo Jekyll & Hyde – O Médico e o Monstro, hibridismo e desconstrução estavam novamente ali, presentes nos vestidos, paletós e até batinas que os personagens do musical usarão no palco a partir de 8 de julho, quando o espetáculo entra em cartaz no Teatro Bradesco.

Com versão brasileira de Cláudio Botelho e direção artística de Fred Hanson, tem no elenco nomes como Nando Prado (Jekyll e Hide), Kiara Sasso (Emma, a noiva de Jekyll), entre outros.

Baseada no livro do escocês Robert Louis Stevenson, lançado em 1886, a história narra o drama de Henry Jekyll, médico que, obstinado em curar a loucura de seu pai, testa em si mesmo uma nova fórmula que promete isolar o “lado mau” que existe em cada ser humano. A empreitada não funciona e a face obscura de Jekyll toma a forma de Mr. Hide. Em vez do lado amável, o malévolo Hide, capaz de grosserias e atrocidades, passa cada vez mais a predominar sobre a personalidade do Dr. Jekyll.

É exatamente a forma original como Stevenson explora a linha tênue entre o bom e o mau que tornou a história tão popular ao longo dos séculos. O musical já foi visto por milhões de espectadores em 17 países e agora chega ao Brasil, mantendo suas características universais, mas com toques locais. Muito por isso, ainda que a história se passe no século 19 e que Haten tenha feito uma pesquisa minuciosa sobre os costumes e indumentárias da época, cada peça criada não é uma cópia exata do que se usava nas ruas de Londres quando o autor escreveu este que é um dos mais clássicos textos da língua inglesa.

Assim como na passarela de Haten, o que vai se ver no palco são híbridos entre o estilo “anquinha” e o contemporâneo. “Não há como criar algo totalmente fiel ao tempo passado. Tudo que faço é reflexo do meu próprio tempo”, explicava o estilista ao Estado, enquanto botava literalmente a mão na massa e marcava com giz o corte “mais aberto” para o casaco do personagem Mr. Utterson, amigo do Dr. Jekyll. “Este mais aberto dá um ar contemporâneo ao personagem”, indicava Haten ao alfaiate De Lello.

Indicações feitas, De Lello leva de volta as peças para seu ateliê e lá dá forma ao que Haten imaginou para cada indumentária. “Ele é um dos poucos que sabem mostrar e fazer o que quer. Isso é raro. Os figurinistas em geral dizem: “Quero assim.” Já ele pega o giz e risca mesmo“, disse o alfaiate.

De fato. Enquanto contava que, ao receber o convite da produção do musical, aceitou na hora “porque este é um dos textos de que mais gosta“, Haten pregava alfinete por alfinete nas sobras a serem tiradas dos ombros do “Bispo”. “Ainda bem que há alguma sobra. Afinal, ninguém é perfeito“, brincava De Lello.

Mas é exatamente esta imperfeição criativa que Haten tem buscado em seu trabalho. Hibridismo, imperfeição, caos… Tudo bem calculado, é claro. Para conceber os mais de 200 figurinos que compõem o espetáculo, orçado em R$ 6 milhões, Haten criou detalhados croquis, com indicações de tecidos, decotes, babados, cores… “O croqui é uma referência importante, mas o que vai se ver no palco é bem diferente porque tudo foi evoluindo ao longo do processo. Dividi o espetáculo em fases e núcleos. Há o núcleo rico e suas duas fases. A do noivado, quando Jekyll ainda está doente e Mr. Hide assombra a cidade. E a do casamento, quando tudo é otimista. Para a primeira, escolhi tons mais escuros, tecidos pesados, muita lã, marrom, cinza… Para a segunda, há tons claros em maior quantidade, vestidos vaporosos, detalhes coloridos para os homens“, conta Haten.

Anquinhas. São exatamente os personagens femininos que “ajudam” o estilista a marcar no figurino essas fases da história. Vale lembrar que o mistério se passa no final da era vitoriana, quando a Inglaterra vivia sua Pax Britannica, período de prosperidade, resgate dos valores e “bons costumes”. Contraditoriamente, era também apontada por muitos historiadores como plena de hipocrisia e repressão moral. A moda da época repetia as tendências da década de 30 do mesmo século e a famosa “silhueta em S” (conseguida graças à combinação de espartilho, saias rodadas e armadas sobre as famosas anquinhas) ditava o estilo e classe social das mulheres. “Os homens, ainda que usassem cetim, veludo, eram também mais discretos e seu figurino girava muito em torno de calças de lã, camisas brancas, sobretudos. Já as mulheres usavam frufrus, armações. Quanto mais ricas, maiores as ancas.”

Já os pobres… “Bom, o núcleo pobre tem tons terrosos, tecidos envelhecidos e sem o tingimento tão sofisticado. Quanto mais pobre a mulher, ainda que a saia fosse rodada, menos armação tinha. E muito menos detalhes havia nos vestidos. É esta diferença visual que quero que fique clara no palco.”

Por falar em palco, é exatamente nele que o estilista quer estar cada vez mais. Além de ter se formado em atuação na Escola de Teatro Célia Helena, vem exercitando sua voz em sua loja (o espaço FH, em Pinheiros) e em seus desfiles. “Quando resolvi cantar nas duas últimas SPFW, perguntaram, assustados: “Tem certeza de que quer se expor?” Tinha. É isso que quero. O desconhecido, o novo. Fazer coisas como criar figurinos, atuar, cantar…”, comenta Haten, que está levando os planos tão a sério que participou dos testes para o futuro musical Mamma Mia. “Cheguei às finais da seleção, mas perdi para os veteranos. Brinco com o pessoal que eles têm de espalhar que sou péssimo figurinista. Porque da próxima vez quero estar no palco.”

Fonte: Estadão





Jekyll and Hyde em Versão Brasileira

16 04 2010

Com versão de Cláudio Botelho e direção geral de Fred Hanson, o musical Jekyll and Hyde – O Médico e o Monstro estreia no Brasil em junho. Baseado na obra clássica de Robert Louis Stevenson, o espetáculo da Broadway será protagonizado pelos atores Kiara Sasso, Nando Prado e Kacau Gomes no Teatro Bradesco, em São Paulo.

O estilista Fause Haten assina o figurino do musical, que ainda conta com o cenografista J.C. Serroni na superprodução com custo estimado em R$ 6 milhões. O Médico e o Monstro já foi montado em 17 países, com mais de 1.500 exibições no Plymouth Theater, em Nova York.

Uma equipe de 200 profissionais, 28 atores e uma orquestra de 17 músicos está envolvida na versão brasileira do musical sobre a história do brilhante doutor Henry Jekyll, que ao procurar uma cura para a loucura de seu pai, tenta desenvolver uma fórmula para isolar o lado mau das pessoas.

Fonte: Terra (Arte e Cultura)





Jekyll & Hyde Brasil

17 02 2010

Previsto para estrear no primeiro semestre de 2010, o musical Jekyll & Hyde (O Médico e o Monstro) já está com o elenco definido e inicia temporada de ensaios em Março 2010.

As composições do espetáculo são de autoria de Frank Wildhorn e letras de Leslie Bricusse. Originalmente foi adaptado ao palco por Steve Cuden baseado no romance “O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde” (1886) de Robert Louis Stevenson.

Com uma trama elaborada e arranjos bem construídos, o musical surpreende a todos que assistem. Possui 17 CD’s gravados com versões executadas em diversos países, sendo que as gravações mais recentes são da Suíça (2008) com Mikael Samuelson e dos USA (2006) com Rob Evan.

O musical ficou famoso no Brasil após a Revista Caras ter publicado uma edição com um DVD do espetáculo com filmagens na Broadway e os atores David Hasselhoff e Coleen Sexton (que já interpretou Elphaba em Wicked e a treinadora em Legally Blonde).

Inicialmente, o papel título seria interpretado por Saulo Vasconcelos, mas acabou optando por trabalhar na produção brasileira de Cats. Dentre os selecionados para participarem o elenco, estão Nando Prado (Jekyll & Hyde), Kacau Gomes (Lucy) e Kiara Sasso (Emma).

O musical, conta a história de um médico cujo experimento com a personalidade humana, cria dentro do seu próprio ser uma personalidade cruel e assassina.

Convencido de que pode curar a desabilidade mental de seu pai, Dr. Henry Jekyll acaba acidentalmente liberando seu próprio lado negro, que o faz vagar pela Londres do século XIX como o selvagem e maníaco Edward Hyde, seu alterego. Logo alguns crimes misteriosos começam a acontecer, e a principal suspeita cai sobre o alterego de Dr. Jekyll, e este turbilhão de acontecimentos bizarros leva o médico a uma terrível viagem. Nando Prado (Jekyll & Hyde).

Concepção Teatral: Steve Cuden e Frank Wildhorn
Texto e Letras: Leslie Bricusse
Música: Frank Wildhorn
Direção: Fred Hanson
Versão Brasileira: Claudio Botelho
Cenografia: JC Serroni
Figurinos: Fause Haten
Coreografia: Kátia Barros
Direção Musical: Paulo Nogueira
Direção de Produção: Renata Alvim
Assistência de Produção: Giovana Menniti
Realização: Kabuki Produções e Mondo Entretenimento

Site Oficial: http://www.omedicoeomonstro.com.br